Eu me importo com você. Suas escolhas, caminhos, vitórias, derrotas, acertos e erros repercutem no meu dia.
Minhas emoções estão ligadas a você, assim como meu intelecto e raciocínio. Se penso que seus passos vão dar em um abismo, faço de tudo para alertá-lo a não continuar. Assim como gostaria que você fizesse por mim.
Pareço chata. Sou chata mesmo. Mas o que posso fazer se é tão difícil não me envolver? O que acontece ou deixa de acontecer com sua vida me interessa.
Seu sofrimento me trará agonia, assim como sua sabedoria me deixará tranquila.
Se eu pudesse escolher, talvez elegesse a inação. Ser indiferente é muito mais cômodo, mais tranquilo. Apesar disso, nunca será a escolha dos que amam. Como dizem, o oposto de amor não é ódio, mas indiferença.
Eu amo você. Quero vê-lo feliz, próspero, seguro, realizado. Mais: quero que essa felicidade seja eterna.
Por isso insisto em falar sobre Deus, sobre o céu e sobre como chegar lá. Por isso derramo minhas lágrimas e oro por você. Por isso comemoro suas vitórias. Uma boa notícia a seu respeito sempre me deixará bem animada.
Sei que não tenho todas as respostas. Muitas vezes, sou eu quem precisa de uma orientação. Sei que há um limite entre se importar e se intrometer. Sei que é difícil identificar esses limites. Há momentos e lugares nos quais não cabem interferências externas.
Peço desculpas pelas vezes que eu não soube identificar essa fronteira e me meti onde não devia.
Fazer parte de sua história não me legitima a ser enxerida, apenas sincera.
Algumas vezes, arrependi-me por tê-lo procurado com alguma dica ou admoestação.
Quando me vejo tão limitada, penso: quem sou eu para dar algum conselho? Por isso tenho me esforçado para falar apenas acerca dos conselhos de Deus. Esses sim valem a pena serem seguidos.
Se errei, se acertei, de uma coisa sei: eu o amei. Eu amo.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Lições da natureza
Em várias oportunidades, a Bíblia nos convida a olhar a natureza e aprender com ela.
Jesus nos ensinou sobre o problema da ansiedade e sobre a importância da confiança no Deus provedor, apontando as aves e os lírios...
“Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?
Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
"Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.
Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.
Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?" Mateus 6:26-30
A Sabedoria revelada no livro de Provérbios usa a formiga como modelo de dinamismo e responsabilidade. Elas são pequenas e “insignificantes”, contudo são capazes de ensinar o homem por serem diligentes e preparadas.
“Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento”. Provérbios 6:6-8
Uma formiga também me trouxe importantes lições essa semana.
Ao abrir o açucareiro, gritei de raiva. Lá estava um grupo agitado de formigas dominando todo o mar doce. Eu já estava cismada, afinal minha casa hoje é quase um formigueiro.
Acabo de lavar a casa e me surpreendo ao ver suas filas organizadas poucos minutos mais tarde.
Por isso aquela cena no açucareiro me deixou realmente zangada. Joguei o depósito embaixo da torneira ligada, disposta a afogá-las.
Elas foram descendo pelo ralo até restar apenas uma. Essa especialmente chamou-me a atenção. Por mais água que eu colocasse no aquário, ela permanecia resistente dentro de uma bolha. Eu esvaziava a vasilha, ela voltava a andar desesperada pela vida. Eu a cobria com água, ela mais uma vez resguardava-se na bolha, quietinha como morta.
Sua luta pela vida não só me fez desistir do intento assassino, como me inspirou a escrever estas simples palavras.
Existir implica lutas. Às vezes tão insuportáveis, que cobram de nós um refúgio, que nos fará resistir aos mais duros golpes.
Não podemos viver em uma bolha, mas elas serão necessárias nas horas mais críticas.
Deus nos incentiva a seguir e cobra de nós uma conduta proativa. Por outro lado, Ele será sempre nosso lugar seguro.
As águas virão, mas estaremos seguros debaixo de suas asas.
Salmos 91
“Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso
pode dizer ao Senhor: Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
Ele o livrará do laço do caçador e do veneno mortal.
Ele o cobrirá com as suas penas, e sob as suas asas você encontrará refúgio; a fidelidade dele será o seu escudo protetor.
Você não temerá o pavor da noite, nem a flecha que voa de dia,
nem a peste que se move sorrateira nas trevas, nem a praga que devasta ao meio-dia.
Mil poderão cair ao seu lado, dez mil à sua direita, mas nada o atingirá.
Você simplesmente olhará, e verá o castigo dos ímpios.
Se você fizer do Altíssimo o seu refúgio,
nenhum mal o atingirá, desgraça alguma chegará à sua tenda.
Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos;
com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra.
Você pisará o leão e a cobra; pisoteará o leão forte e a serpente.
"Porque ele me ama, eu o resgatarei; eu o protegerei, pois conhece o meu nome.
Ele clamará a mim, e eu lhe darei resposta, e na adversidade estarei com ele; vou livrá-lo e cobri-lo de honra.
Vida longa eu lhe darei, e lhe mostrarei a minha salvação. ”
Jesus nos ensinou sobre o problema da ansiedade e sobre a importância da confiança no Deus provedor, apontando as aves e os lírios...
“Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?
Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
"Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.
Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.
Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?" Mateus 6:26-30
A Sabedoria revelada no livro de Provérbios usa a formiga como modelo de dinamismo e responsabilidade. Elas são pequenas e “insignificantes”, contudo são capazes de ensinar o homem por serem diligentes e preparadas.
“Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento”. Provérbios 6:6-8
Uma formiga também me trouxe importantes lições essa semana.
Ao abrir o açucareiro, gritei de raiva. Lá estava um grupo agitado de formigas dominando todo o mar doce. Eu já estava cismada, afinal minha casa hoje é quase um formigueiro.
Acabo de lavar a casa e me surpreendo ao ver suas filas organizadas poucos minutos mais tarde.
Por isso aquela cena no açucareiro me deixou realmente zangada. Joguei o depósito embaixo da torneira ligada, disposta a afogá-las.
Elas foram descendo pelo ralo até restar apenas uma. Essa especialmente chamou-me a atenção. Por mais água que eu colocasse no aquário, ela permanecia resistente dentro de uma bolha. Eu esvaziava a vasilha, ela voltava a andar desesperada pela vida. Eu a cobria com água, ela mais uma vez resguardava-se na bolha, quietinha como morta.
Sua luta pela vida não só me fez desistir do intento assassino, como me inspirou a escrever estas simples palavras.
Existir implica lutas. Às vezes tão insuportáveis, que cobram de nós um refúgio, que nos fará resistir aos mais duros golpes.
Não podemos viver em uma bolha, mas elas serão necessárias nas horas mais críticas.
Deus nos incentiva a seguir e cobra de nós uma conduta proativa. Por outro lado, Ele será sempre nosso lugar seguro.
As águas virão, mas estaremos seguros debaixo de suas asas.
Salmos 91
“Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso
pode dizer ao Senhor: Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.
Ele o livrará do laço do caçador e do veneno mortal.
Ele o cobrirá com as suas penas, e sob as suas asas você encontrará refúgio; a fidelidade dele será o seu escudo protetor.
Você não temerá o pavor da noite, nem a flecha que voa de dia,
nem a peste que se move sorrateira nas trevas, nem a praga que devasta ao meio-dia.
Mil poderão cair ao seu lado, dez mil à sua direita, mas nada o atingirá.
Você simplesmente olhará, e verá o castigo dos ímpios.
Se você fizer do Altíssimo o seu refúgio,
nenhum mal o atingirá, desgraça alguma chegará à sua tenda.
Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos;
com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra.
Você pisará o leão e a cobra; pisoteará o leão forte e a serpente.
"Porque ele me ama, eu o resgatarei; eu o protegerei, pois conhece o meu nome.
Ele clamará a mim, e eu lhe darei resposta, e na adversidade estarei com ele; vou livrá-lo e cobri-lo de honra.
Vida longa eu lhe darei, e lhe mostrarei a minha salvação. ”
terça-feira, 2 de abril de 2013
Ânimo!
Ontem fomos sorteados. Na viagem de retorno para Corrente, venderam nossos assentos para umas quatro pessoas. Então fomos contemplados com as cadeiras do fundão do ônibus, em frente ao banheiro. Pra completar, a porta do banheiro estava quebrada. Para fechá-la eram necessárias umas 20 batidas.
Aí você imagina: uma viagem de 14 horas, de frente para um banheiro malcheiroso, com o barulho frequente de golpes na porta ao longo de toda a madrugada.
Minha poltrona quase não reclinava, os joelhos se apertavam contra a poltrona da frente e o sol escolheu descansar sobre a nossa cobeça. A garganta fechou, o ônibus quebrou, atrasou até finalmente chegarmos salvos a nossa residência.
É, não foi o que se pode chamar de viagem dos sonhos. Assim como nossa passagem por essa terra não é.
Lutamos, lutamos, lutamos. Caímos, levantamos, lutamos, lutamos... Tamanho é o desconforto e as dificuldades que nos sobrevém que, às vezes, é difícil enxergar vitória, o final de toda lida, a chegada em nossa Terra.
Jesus foi sincero. Ele já nos falava sobre as agonias que teríamos que suportar ao longo do caminho.
“Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo". Jo 16:33
Ânimo é a palavra de ordem. Principalmente pra você que começou a semana doente (como é o meu caso ), ou recebeu uma notícia ruim, ou tem desafios enormes a enfrentar, ou está cansado desde já...
Ânimo! Assim com Cristo venceu, venceremos.
Ânimo! Onde há fé, há esperança.
Um dia chegaremos ao nosso destino. Um dia descansaremos em nosso lar.
Uma ótima semana para todos!
Aí você imagina: uma viagem de 14 horas, de frente para um banheiro malcheiroso, com o barulho frequente de golpes na porta ao longo de toda a madrugada.
Minha poltrona quase não reclinava, os joelhos se apertavam contra a poltrona da frente e o sol escolheu descansar sobre a nossa cobeça. A garganta fechou, o ônibus quebrou, atrasou até finalmente chegarmos salvos a nossa residência.
É, não foi o que se pode chamar de viagem dos sonhos. Assim como nossa passagem por essa terra não é.
Lutamos, lutamos, lutamos. Caímos, levantamos, lutamos, lutamos... Tamanho é o desconforto e as dificuldades que nos sobrevém que, às vezes, é difícil enxergar vitória, o final de toda lida, a chegada em nossa Terra.
Jesus foi sincero. Ele já nos falava sobre as agonias que teríamos que suportar ao longo do caminho.
“Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo". Jo 16:33
Ânimo é a palavra de ordem. Principalmente pra você que começou a semana doente (como é o meu caso ), ou recebeu uma notícia ruim, ou tem desafios enormes a enfrentar, ou está cansado desde já...
Ânimo! Assim com Cristo venceu, venceremos.
Ânimo! Onde há fé, há esperança.
Um dia chegaremos ao nosso destino. Um dia descansaremos em nosso lar.
Uma ótima semana para todos!
segunda-feira, 25 de março de 2013
Vamos lá!

Nunca fui dada à prática de esportes.
Eu era tão encabulada que tentava passar despercebida nas aulas de educação física. Momentos de aflição.
A timidez me afastou das quadras de vôlei, basquete e futebol. Se não fosse por ela eu poderia hoje ser destaque de algum time de expressão. Rsrsrs
Não. Acho que não. Eu seria apenas menos perna de pau, mas não iria muito além disso.
A natação foi o único esporte ao qual ainda me dediquei por algum tempo. A água era minha parceira, pois me escondia, dando-me certa segurança.
Apesar da minha falta de intimidade com os esportes, reconheço que não devo ser tão sedentária.
Nosso corpo é templo do Espírito Santo de Deus, o que nos impele a buscar uma vida saudável em todos os aspectos.
Além do mais, o tempo não perdoa. Precisamos nos preparar para a “melhor idade” e o exercício físico, sem dúvida, é um grande aliado.
Mesmo consciente de tudo isso, a atividade física foi uma das poucas coisas que não levei adiante.
Semana passada iniciei uma nova etapa. Entrei para a aula de Pilates.
Ainda é cedo pra saber se vou seguir, mas conto com a torcida de vocês nessa nova tentativa. Quem sabe depois, eu até encare algum dos esportes que eram meus terrores na infância e adolescência.
Se já não posso ser uma atleta profissional, competir em Olimpíadas etc... Posso vencer meus limites e avançar.
Assim funciona também nossa vida espiritual. O Apóstolo Paulo faz uma analogia com os esportes para explicar nossa jornada na terra rumo a uma vida vitoriosa ao lado do Pai.
“Vocês não sabem que dentre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio.
Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre.
Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem esmurra o ar.
Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado.” 1 Coríntios 9:24-27
Vamos nos mexer! O exercício físico é importante, o espiritual essencial.
Deus nos ajude a sermos atletas de Jesus!
Segunda-feira é um ótimo dia para começar!
terça-feira, 19 de março de 2013
Uma questão de escolha
Quando éramos crianças, mamãe chegava a casa com presentes para mim e para minha irmã.
Quase sempre, minha irmã se adiantava e escolhia o seu preferido e eu ficava com o que sobrava.
Normalmente, as diferenças entre os presentes eram mínimas. A cor, por exemplo, mas eu sempre reclamava.
Por que ela sempre é a primeira a optar?
Acho que, no fundo, eu é que preferia ficar na zona confortável. Quando não lhe é dada opção, você não pode ser responsabilizado. Se mais tarde não der certo, a culpa não foi sua.
Escolher é se comprometer. É assumir e se identificar com algo e assumir as consequências daquele desejo concretizado. Por isso, escolhas são difíceis. Por isso, algumas vezes, preferimos ser escolhidos a correr o risco de escolher errado. Afinal, mais duro que escolher é ter que lidar com as implicações da escolha.
Muita gente leva isso às últimas consequências. Deixa de viver suas próprias experiências, esperando que alguém se comprometa por ela. Invariavelmente, esse tipo de comportamento leva a derrota e à insegurança. Essas pessoas se enxergarão como eternas vítimas.
Por mais complicado que seja, escolher é necessário. Fugir das escolhas difíceis não vai adiantar. É como jogar o pó no tapete, na esperança de que sua invisibilidade seja como uma não existência.
As escolhas nos moldam: crescemos, amadurecemos, mudamos.
Riscos são indispensáveis. Erros vão acontecer. O segredo é reconhecê-los, mudar o rumo e seguir em frente.
A culpa muitas vezes vem no encalço e é preciso derrubá-la se não quiser ficar pra trás.
Frustrações vão passar por nós ao longo de toda a vida. A dica é que não nos agarremos a elas.
De nada adianta ficar a vida toda fazendo conjecturas... E se eu tivesse agido diferente? E se minha escolha fosse outra? Abandone os “e ses”, não temos tempo para eles.
Arrependa-se (se for o caso), assuma os resultados, aprenda com as experiências e siga em frente.
O futuro nos espera. Se não seguimos morremos. Não há vida no passado.
Que Deus cure a nossa dor, nos perdoe por nossos pecados para que continuemos a jornada sem tantas tralhas.
Que Ele nos ajude a fazer as melhores escolhas! Que não vivamos como fugitivos de nós mesmos!
Que depositemos aos pés de Cristo todo o peso. Ele nos aliviará.
Boa semana, meus amigos e amigas!
Quase sempre, minha irmã se adiantava e escolhia o seu preferido e eu ficava com o que sobrava.
Normalmente, as diferenças entre os presentes eram mínimas. A cor, por exemplo, mas eu sempre reclamava.
Por que ela sempre é a primeira a optar?
Acho que, no fundo, eu é que preferia ficar na zona confortável. Quando não lhe é dada opção, você não pode ser responsabilizado. Se mais tarde não der certo, a culpa não foi sua.
Escolher é se comprometer. É assumir e se identificar com algo e assumir as consequências daquele desejo concretizado. Por isso, escolhas são difíceis. Por isso, algumas vezes, preferimos ser escolhidos a correr o risco de escolher errado. Afinal, mais duro que escolher é ter que lidar com as implicações da escolha.
Muita gente leva isso às últimas consequências. Deixa de viver suas próprias experiências, esperando que alguém se comprometa por ela. Invariavelmente, esse tipo de comportamento leva a derrota e à insegurança. Essas pessoas se enxergarão como eternas vítimas.
Por mais complicado que seja, escolher é necessário. Fugir das escolhas difíceis não vai adiantar. É como jogar o pó no tapete, na esperança de que sua invisibilidade seja como uma não existência.
As escolhas nos moldam: crescemos, amadurecemos, mudamos.
Riscos são indispensáveis. Erros vão acontecer. O segredo é reconhecê-los, mudar o rumo e seguir em frente.
A culpa muitas vezes vem no encalço e é preciso derrubá-la se não quiser ficar pra trás.
Frustrações vão passar por nós ao longo de toda a vida. A dica é que não nos agarremos a elas.
De nada adianta ficar a vida toda fazendo conjecturas... E se eu tivesse agido diferente? E se minha escolha fosse outra? Abandone os “e ses”, não temos tempo para eles.
Arrependa-se (se for o caso), assuma os resultados, aprenda com as experiências e siga em frente.
O futuro nos espera. Se não seguimos morremos. Não há vida no passado.
Que Deus cure a nossa dor, nos perdoe por nossos pecados para que continuemos a jornada sem tantas tralhas.
Que Ele nos ajude a fazer as melhores escolhas! Que não vivamos como fugitivos de nós mesmos!
Que depositemos aos pés de Cristo todo o peso. Ele nos aliviará.
Boa semana, meus amigos e amigas!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Fé e esperança!
Pai, por favor, não deixes morrer a fé e a esperança
Nestes dias de lutas, nestas lutas de dores
Fé e esperança não podem faltar
Eu sou um joão-bobo que às vezes pende para um lado, às vezes para o outro
E nunca sai do lugar
Que não vê nada além da parede
A esperança é o vento que me faz seguir
A fé são os olhos que enxergam longe
Onde o humano, por si só, não pode chegar
Além-choro, além-dor
Pai, aumenta a minha fé
Que minha visão seja aperfeiçoada
E meus olhos sejam bons
Que o vento seja constante
E eu leve o bastante para avançar
Pai, minhas lágrimas e meu coração
Estarão sempre em teu altar
É onde quero permanecer
É onde quero morar
Nestes dias de lutas, nestas lutas de dores
Fé e esperança não podem faltar
Eu sou um joão-bobo que às vezes pende para um lado, às vezes para o outro
E nunca sai do lugar
Que não vê nada além da parede
A esperança é o vento que me faz seguir
A fé são os olhos que enxergam longe
Onde o humano, por si só, não pode chegar
Além-choro, além-dor
Pai, aumenta a minha fé
Que minha visão seja aperfeiçoada
E meus olhos sejam bons
Que o vento seja constante
E eu leve o bastante para avançar
Pai, minhas lágrimas e meu coração
Estarão sempre em teu altar
É onde quero permanecer
É onde quero morar
segunda-feira, 11 de março de 2013
Discurso de amor
Estamos assistindo a uma espécie de Guerra Santa. Acho que esse termo nem é o mais adequado para esse embate constante nas redes sociais em torno de temas polêmicos como casamento homossexual, liberação da maconha, pornografia na TV, etc.
Hoje fala quem quer, sobre o que lhe convier, a qualquer hora, em uma praça virtual e essa mensagem alcança um número incontável de pessoas.
As redes sociais possibilitaram uma comunicação mais ampla, uma discussão mais democrática, pois disponibilizam microfones para todos.
Qual limite às liberdades? Até onde essas discussões são necessárias? A proposta aqui não é fazer uma análise jurídica, jornalística, psicológica, mas refletir sobre o caminho que tem seguido esses discursos, especialmente as reações dos grupos cristãos.
Alegro-me ao ver um sem número de jovens cristãos, levantando a voz (ou compartilhando mensagens) em defesa das verdades bíblicas. Por outro lado, fico assustada com certos tipos de manifestação, que seguem muito mais o discurso deste mundo do que o do reino celeste.
Muitas vezes o conteúdo está certo, o meio e a forma não.
O discurso do ódio nunca foi a melhor escolha de expressão. A lei do amor é a que nos rege, é a que nos leva à vitória. As armas do reino celeste não se coadunam com a violência deste mundo.
Tudo bem, o amor não é silêncio, muito menos conivência com o mal, mas tenho certeza que manifestações odiosas, ferinas, vingativas, indiferentes andam na contramão desse sentimento precioso.
Surgirão momentos em que precisaremos ser mais incisivos, afinal o relativismo é também uma fórmula do mal. Precisamos anunciar o Evangelho sem esconderijos, abraçar os princípios bíblicos e defendê-los, enquanto embaixadores dos céus que somos. Porém, antes de falar, precisamos amar de verdade (sem hipocrisia, sem faz de conta).
Meu sogro conta que depois que ele disciplinava seus filhos, ele ia para o quarto chorar. Doía mais nele do que nos meninos. O amor exigia um posicionamento duro diante do erro, ao mesmo tempo em que suavizava o ambiente. É o que distancia a palmada da violência.
O amor lança fora o medo e produz frutos de arrependimento e não rebeldia.
Vencer, para nós, não é destruir todos os que se opõem aos princípios bíblicos, mas conquistá-los para Cristo. Simples (e agressivos) argumentos não trarão a vitória, apenas o amor trará.
Não somos um grupo terrorista ou separatista. Nosso desafio é ser luz até ao ponto de anular as trevas.
Nosso olhar deve ser como o de Cristo, que ama o pecador e abomina o pecado.
A começar em mim, em você, que o reino de Deus se estabeleça!
Hoje fala quem quer, sobre o que lhe convier, a qualquer hora, em uma praça virtual e essa mensagem alcança um número incontável de pessoas.
As redes sociais possibilitaram uma comunicação mais ampla, uma discussão mais democrática, pois disponibilizam microfones para todos.
Qual limite às liberdades? Até onde essas discussões são necessárias? A proposta aqui não é fazer uma análise jurídica, jornalística, psicológica, mas refletir sobre o caminho que tem seguido esses discursos, especialmente as reações dos grupos cristãos.
Alegro-me ao ver um sem número de jovens cristãos, levantando a voz (ou compartilhando mensagens) em defesa das verdades bíblicas. Por outro lado, fico assustada com certos tipos de manifestação, que seguem muito mais o discurso deste mundo do que o do reino celeste.
Muitas vezes o conteúdo está certo, o meio e a forma não.
O discurso do ódio nunca foi a melhor escolha de expressão. A lei do amor é a que nos rege, é a que nos leva à vitória. As armas do reino celeste não se coadunam com a violência deste mundo.
Tudo bem, o amor não é silêncio, muito menos conivência com o mal, mas tenho certeza que manifestações odiosas, ferinas, vingativas, indiferentes andam na contramão desse sentimento precioso.
Surgirão momentos em que precisaremos ser mais incisivos, afinal o relativismo é também uma fórmula do mal. Precisamos anunciar o Evangelho sem esconderijos, abraçar os princípios bíblicos e defendê-los, enquanto embaixadores dos céus que somos. Porém, antes de falar, precisamos amar de verdade (sem hipocrisia, sem faz de conta).
Meu sogro conta que depois que ele disciplinava seus filhos, ele ia para o quarto chorar. Doía mais nele do que nos meninos. O amor exigia um posicionamento duro diante do erro, ao mesmo tempo em que suavizava o ambiente. É o que distancia a palmada da violência.
O amor lança fora o medo e produz frutos de arrependimento e não rebeldia.
Vencer, para nós, não é destruir todos os que se opõem aos princípios bíblicos, mas conquistá-los para Cristo. Simples (e agressivos) argumentos não trarão a vitória, apenas o amor trará.
Não somos um grupo terrorista ou separatista. Nosso desafio é ser luz até ao ponto de anular as trevas.
Nosso olhar deve ser como o de Cristo, que ama o pecador e abomina o pecado.
A começar em mim, em você, que o reino de Deus se estabeleça!
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